O material é infundido com pedaços de grafite semelhantes a pimenta.

Fazendo com que o material cresça conforme as
temperaturas aumentam.
Em testes de laboratório onde os pesquisadores dispararam
contra os abrigos, as tendas da NASA provaram que
poderiam proteger os bombeiros por muito mais tempo do
que os abrigos atuais, que estão em serviço desde 2002. Os
protótipos da NASA ofereceram cerca de 90 segundos de
sobrevivência, em comparação com 54 segundos no abrigos
atuais.

Para aumentar as chances de sobrevivência, os bombeiros
são treinados para procurar áreas onde haverá pouco fogo
nas barracas de emergência, como terrenos com pouca
vegetação.
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A esperança é que o fogo queime ao redor ou
perto das tendas – ainda produzindo um calor escaldante e
mortal, mas evitando o contato direto.
No último relatório, bombeiros e operadores de
equipamentos de incêndio implantaram 40 desses
protótipos em território de incêndio em todo o país. Mas
antes que os abrigos da NASA possam substituir os abrigos
atuais, há pelo menos mais um teste importante: garantir
que o material se mantenha no mundo real quando for
empacotado, dobrado, jogado e arrastado por terrenos
acidentados.

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